A gosto

Não posso negar que exagerei.
Eu bem passei do limite.
Tantas coisas que pensei.
E não enxerguei.
Por medo? Não sei.

Também, né?
Verdade é um trem que assusta.
Aí as pessoas se escondem.
E por detrás de suas máscaras.
As várias caras se aguçam.

Dizem onde não existem.
Existem onde não dizem.
E o que eu posso fazer?
Se não reconhecer.
Que as atitudes se contradizem.

Mas a partir de agora.
Quero só doses certas.
Daquelas a gosto.
Assim mesmo, separado.
Pra colocar o “meu” entre o “a” e o “gosto”.
A meu gosto!

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